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Assessment de Conselho: é possível avaliar os conselheiros e mentores das empresas?

Juan Pablo Correa - Sócio da EXEC

A pandemia colocou em xeque algumas das certezas que tínhamos e testou, em todos os setores e áreas, a efetividade de líderes, gerentes, funcionários, estruturas das empresas e, com os conselhos consultivos e administrativos, isto não foi diferente. No entanto, como avaliar a efetividade daqueles cujo principal trabalho é estar pelo menos cinco passos à frente?

Pensando neste dilema, a EXEC, que já foi responsável pela estruturação de dezenas de conselhos consultivos e administrativos, desenvolveu recentemente o Assessment de Conselho, solução que permite avaliar e diagnosticar o trabalho de um conselho, sua efetividade, dinâmica do grupo, alinhamento com a estratégia, com o propósito e com a cultura organizacional da empresa, além da maturidade digital dos membros conselheiros.

O desenho da solução foi liderado pelos sócios Juan Pablo Correa e Thais Pegoraro, das áreas de Executive Search e Leadership Advisory, com experiência em projetos de avaliação de líderes e altos executivos de empresas de diferentes setores na América Latina, há mais de 12 anos.

Esta avaliação de efetividade permite entender se o conselho realmente consegue debater, interagir e recomendar de forma coesa e assim desafiar construtivamente o time de gestão.

Com a aceleração dos processos digitais, foi necessário observar o quanto realmente os conselheiros possuem a competência do mindset digital, dando a empresa uma visão prática sobre o nível de prontidão para lidar com a transformação digital e sua contribuição nesta área, para o momento que estamos vivenciando, especialmente devido à pandemia.

Além disso, é observado também se cada conselheiro vem cumprindo adequadamente com o esperado, a interação construtiva entre membros do conselho e com o time executivo, assim como se a dinâmica do grupo vem gerando valor para a organização.

Em suma, é recomendável que o Assessement de efetividade leve em consideração o grau de maturidade do conselho, e que seja aplicado periodicamente após o primeiro ano de funcionamento do conselho, tendo em vista que o mandato geralmente costuma durar dois anos. Assim, é possível identificar aquilo que necessita ser melhorado, para que desse modo, o grupo seja realinhado, e a empresa seguir, então, seus objetivos.

Juan Pablo Correa, Sócio da EXEC