8 profissões que (já estão e) continuarão em alta no futuro

profissões em alta no futuro

 

As empresas que iniciaram – ou ainda irão iniciar – suas estratégias de transformação digital sabem bem que meramente a adoção de tecnologias não é por si só suficiente para prepará-las para as novas dinâmicas no ambiente corporativo.

 

Nos dois últimos anos, por conta da pandemia, as companhias precisaram se adaptar rapidamente a diversas mudanças de hábitos – tanto dos clientes quanto dos próprios colaboradores. Foi um cenário com várias incertezas, mesmo com inúmeras previsões de como a tecnologia poderia apoiar essa jornada.

 

Como exemplo, com muitas pessoas trabalhando de suas casas, cresceu exponencialmente o número de vendas on-line, exigindo das empresas varejistas uma melhor e mais complexa estratégia logística para continuar entregando uma experiência positiva aos seus clientes.

 

 

Com esse aumento do uso de tecnologia, seja para suportar as plataformas digitais de interação com seus clientes, seja para melhorar a experiência do consumidor “per se”, gerou-se uma quantidade cada vez maior de dados estruturados e não estruturados, que, bem utilizados, propiciam às empresas conhecerem melhor seus clientes e seus hábitos de navegação e compra.

 

 

Nesse sentido, algumas profissões já são e serão essenciais dentro das organizações. Saber transformar esses dados coletados em informações ajudará os líderes a tomarem melhores decisões de negócio.

 

 

Em entrevista com o nosso sócio Marcus Giorgi, ele destaca oito profissões em alta no futuro que continuarão a ter grande visibilidade. Confira!

 

1. Cibersegurança ou cybersecurity

O profissional de cibersegurança (ou cybersecurity, em inglês) é o responsável em identificar vulnerabilidades nos sistemas – físicos ou virtuais – da empresa para prevenir, monitorar e evitar o uso indevido de dados e informações.

 

Além disso, ele pode ajudar no desenvolvimento de sistemas de proteção, realizar testes de penetração em aplicativos, redes e dispositivos e ministrar treinamentos em outras áreas para capacitar os colaboradores sobre a importância da segurança da informação.

 

2. Engenheiro ou engenheira de dados

Um engenheiro de dados vai preparar o ambiente de TI da empresa para coletar, organizar e gerenciar os dados dentro de um sistema de armazenamento, podendo ser usado por outras áreas da empresa. Uma das responsabilidades desta profissão é garantir a confiabilidade dos dados.

 

Em resumo, a pessoa precisa saber que o dado extraído é de qualidade para evitar uma tomada de decisão equivocada. Quando atuando junto com um cientista de dados, esses profissionais podem desenvolver algoritmos para encontrar padrões ocultos, automações e outras responsabilidades.

 

3. Cientista de dados

Cientista de dados tem uma função mais analítica, em que vai usar suas habilidades para identificar e resolver problemas complexos, analisar e avaliar tendências. Tudo isso sempre em conexão com a área de TI e a de negócios para identificar oportunidades de mercado e definir novos modelos de receita para a empresa.

 

Também não podemos deixar de destacar que o entendimento da jornada dos clientes e a sua fidelização passa pelo conhecimento do comportamento dos clientes, que hoje em dia é feita por meio da “escuta” dos dados dos clientes.

 

4. Gerente de Big Data

Gerente de Big Data é uma profissão em que uma pessoa vai coordenar uma equipe multifuncional para extrair os melhores insights de um grande volume de dados e, assim, levar eficiência e rentabilidade para a empresa aprimorando processos atuais ou propondo novas ideias.

 

Ter este profissional em seu time vai ajudar, e muito, a destravar a sua arquitetura empresarial, de tecnologia e de dados.

 

5. Profissional de Machine Learning

Um profissional de Machine Learning (ou aprendizado de máquina, em português) vai criar máquinas virtuais e programas que, com o uso de algoritmos de Inteligência Artificial, serão capazes de executar diversas ações por conta própria, melhorando sempre a performance sem a intervenção direta de um ser-humano.

 

Para isso, o engenheiro de Machine Learning vai criar o design e desenvolvimento dos sistemas, aplicar os estudos nesses sistemas de acordo com a demanda do projeto, otimizar os modelos aplicados, treiná-los e, por fim, executar os testes para se chegar a um produto viável.

 

6. Gerente de projetos de IoT

Um gerente de projetos de IoT (Internet das Coisas ou Internet of Things, em inglês) vai desenhar a implementação de dispositivos conectados ou uma rede de sensores conectados – seja criando uma comunicação Machine to Machine (M2M) ou aplicações para armazenar os dados.

 

Esse desenho considera todas as etapas do uso de IoT em um negócio: a coleta de dados, seu armazenamento, o envio para sistemas em nuvem e depois para uma aplicação. Assim, os líderes podem tomar decisões em tempo real e com informações relevantes.

 

E é claro que as mudanças e oportunidades não ficam somente associadas aos cargos gerenciais e técnicos, do lado executivo também já há novas oportunidades, tais como:

 

7. CTO

O CTO (Chief Technology Officer, em inglês) é o diretor de Tecnologia da Informação de uma empresa e responsável pela área de TI e sua interação com as áreas de negócio.

 

A sua principal responsabilidade, além de manter as “luzes acesas” e os sistemas operando com segurança, é garantir que a jornada de digitalização de uma empresa aconteça com processos funcionais, inovadores e otimizados, tornando-a mais produtiva e adequada às necessidades do mercado.

 

8. Chief Marketing Technology Officer (CMTO) ou Diretor de Marketing e Tecnologia

O CMTO é uma posição relativamente nova e que reúne um profissional que saiba transitar entre os ambientes de marketing e tecnologia, combinando as competências do CMO e do CTO.

 

Portanto, o CMTO diminui os gargalos existentes entre os times de TI e os de marketing, trazendo abordagens sofisticadas para extrair insights que tragam impactos positivos e consideráveis para toda a empresa.

 

Em resumo, novas portas e oportunidades estão se abrindo para as novas gerações de profissionais e para as empresas, que precisarão cada vez mais estarem preparadas e atentas às mudanças impostas pela transformação digital. Nosso sócio Marcus Giorgi explica mais sobre CMTO em uma entrevista para o site da revista Exame. Nela, ele destaca que a demanda por recrutamento de profissionais como o CMTO vem crescendo muito no mercado seja no âmbito executivo, seja no âmbito dos conselhos. Leia aqui.

Fez uma recente movimentação de carreira?

É muito comum desejar uma promoção no trabalho, principalmente, por causa da parte financeira. Entretanto, ter o dinheiro como principal motivo para esse desejo não é o melhor caminho a se seguir. Uma pesquisa da Development Dimensions International, aponta que 57% dos profissionais que buscam ser promovidos apenas pelas vantagens financeiras acabam não se dando bem na nova função.

 

movimentação de carreira

 

Por isso, quem busca ser promovido, precisa estar ciente do que vem pela frente: novos desafios profissionais que irão colocar à prova seus conhecimentos e habilidades. O sócio da EXEC, Ricardo Welikson, especialista em novos negócios, separou algumas dicas que podem ajudar profissionais neste momento de transição. Confira abaixo:

 

Converse com seu gestor sobre sua trajetória, próximos passos e desafios.

Antes de se jogar é preciso realizar uma análise, veja se ela tem a ver com o que você quer para sua vida profissional. Conversar com sua gestão pode te ajudar a traçar uma trajetória profissional que seja a sua cara. Além disso, não tenha medo de pedir ajuda e encontrar uma liderança ou uma mentoria para guiar você por esse momento de adaptação.

Compartilhar dúvidas e vivências é uma ótima maneira de aprender.

 

Investir em treinamento e capacitação é sempre bem-vindo.

Mantenha sempre uma postura crítica para com você e seu trabalho, identificando os pontos fracos para solucioná-los com rapidez. Investir em treinamento e capacitação é sempre uma boa pedida!

 

Conheça de perto sua equipe! Permita que as pessoas se aproximem.

Permita que as pessoas se aproximem. Em cargos de liderança, conheça sua equipe detalhadamente, ouça cada membro, suas percepções e permita um canal de troca de ideias desde o princípio.

É com eles que você dividirá seus dias de trabalho, decisões e desafios. Neste processo, você aprende a motivar as pessoas e delegar tarefas.

 

Entenda quem são os principais interlocutores da sua área.

Tenha uma comunicação aberta com os stakeholders, entenda quem são os interlocutores da sua área e aproxime-se deles.

 

Entenda a cultura e as particularidades do universo no qual você estará inserido.

Cada empresa tem sua dinâmica, e uma vez aculturado, isso fará toda a diferença no seu futuro na organização.

 

Acreditamos que com essas dicas você pode focar em conseguir uma promoção mais assertiva e ter resultados excelentes para sua carreira. A EXEC possui o foco de capacitar profissionais considerando um plano de carreira de sucesso para eles!

Com a palavra, as mulheres da EXEC!

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, convidamos algumas das profissionais que exercem cargos de liderança na EXEC para compartilharem um pouco dos desafios que enfrentam como mulheres no mercado de trabalho.

Elas falaram sobre o equilíbrio das multifunções que inclui a vida profissional, a maternidade, vida pessoal e autoestima, além de mostrarem como sua pluralidade é essencial para torná-las profissionais ainda mais incríveis.

Confira!

 

Mariana Villalva
Sócia e Head de Diversidade e Inclusão

 

Já passei tempos sentindo muita culpa, outros nem tanto. Um pouco a gente sempre sente. Está enraizado na natureza da maternidade. Porém, eu sempre me policiei para equilibrar as coisas.

No início, quando Fabinho era bebê, eu parava às 18h, e ficava só com ele. Depois fazia ele dormir e quando era 21h/22h eu voltava para o laptop e trabalhava feliz até meia noite ou mais. Eu já fazia 100% home office naquela época (2015) e, vez ou outra, entre ir às vezes para o escritório e em inúmeras visitas a clientes, acordava um pouco mais tarde, então funcionava para mim.

Fabinho faz sete em breve, e fazendo um balanço de todos esses anos, posso dizer que acima de tudo tive muita sorte (ou lutei para chegar nisso, acho que fui merecedora e atrai boas energias), pois tive um companheiro que foi um superpai sempre, e é até hoje – mesmo após o divórcio – e uma pessoa da família me ajudou a criar Fabinho como uma segunda mãe. O que no fundo me deixava tranquila, porque eu estava trabalhando, mas sempre por perto, e sabia que ele estava em excelentes mãos.

Além disso, sempre entendi que minha vida pessoal era valiosa, portanto, encaixava o personal trainer a noite depois que meu filho dormia, às vezes conseguia sair com as amigas, ia ao cinema, e aos finais de semana ainda podia contar com a ajuda dos avós! E assim consegui manter o equilíbrio de certa forma e nunca, jamais parar de trabalhar com o que eu tanto amo!

 

 

 

Thais Pegoraro
Sócia e Líder da prática de Leadership Advisory

Eu acredito que uma boa mãe é, antes de tudo, apaixonada pela própria vida e pela mulher que é. Fazer coisas para si mesma, ter orgulho da sua trajetória, cuidar da autoestima, mesmo que isso signifique um tempo a menos com o filho/s, e mais tempo com o trabalho – isso torna essa mulher que já é multifacetada e plural, uma mulher satisfeita.

Não uso “feliz” porque esse conceito é inatingível e efêmero. Mas satisfeitas, podemos ser. E uma mulher satisfeita com ela mesma é melhor mãe, melhor profissional, melhor cidadã. A tal “síndrome da impostora” que nos acompanha pode ter seu valor – permite que nos mantenhamos conectadas, atentas, aprendendo e dedicadas. E isso volta em valor para nós!

 

 

 

 

Camila Marion
Sócia de Agronegócio, Indústria e Bens de Consumo

Ser mulher exige que avaliemos algumas questões. Eu gosto muito de trabalhar, então é algo essencial para mim, é isso me dá energia para fazer outras coisas, mas o ponto é tentar equilibrar com os outros pilares fundamentais: filhos, família, amigos e eu mesma. Para fazer tudo isso acontecer, eu me divido com o meu marido, minha mãe e em alguns momentos da vida, babás.

Mas também perdi várias festas e reuniões. Hoje eu consigo travar minha agenda para fazer coisas legais com a família: recentemente minha filha começou a fazer tênis de quinta-feira e travei esse horário para que eu possa estar lá. Esse é o tipo de coisa que acredito que devemos equilibrar.

Do ponto de vista como sócia de uma empresa, tenho um papel muito grande de falar com os homens da empresa e mostrar um novo ponto de vista para que eles possam compreender, respeitar e apoiar o que é ser mulher no mundo corporativo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lorena Janecek
Diretora de Leadership Advisory

Para mim, o grande diferencial da mulher atual é o poder de escolha, decidimos se queremos ser mãe, quando e quantos filhos, se priorizamos a carreira ou se preferimos ser donas de casa – mas por que não fazer as duas coisas com a mesma maestria? O poder de escolha desmistificou a culpa que sentíamos.

Acredito que o mais importante não é a quantidade de tempo que dedicamos ao trabalho ou à família e sim a qualidade desse tempo, e, pensando assim, conseguimos nos dedicar a múltiplos papéis: somos mães, esposas, profissionais, esportistas, donas de casa, entre outras coisas e fazemos tudo isso com enorme competência, porque nos cobramos perfeição em tudo o que fazemos.

 

 

Luddie Oliveira
Diretora Operacional

Um dos desafios que o encontro desde muito nova é organizar tudo. Essa questão de ser mulher, de viver no mundo corporativo, e ser mãe e esposa. Acredito que, entre todos os papéis, o maior desafio para mim foi o que atingi recentemente: o equilíbrio é realmente ser mulher, reservar um tempo para mim e deixar com que as pessoas façam coisas para mim e não por mim.

Desde reservar um tempo para academia sem culpa de ficar lá uma ou duas horas e fazer disso a minha prioridade. Acho que é um pouco disso da mulher efetivamente ser mulher e ditar um ambiente onde as pessoas valorizem isso. Seja marido, mundo corporativo, filhos e amigos. Hoje eu tenho a oportunidade de jogar futevôlei com meu filho e temos um tempo de qualidade juntos que eu não troco por nada, mas também tenho momentos que são só meus.

Agora, no ambiente corporativo, busco efetivamente estar em uma empresa/organização que valoriza a liderança feminina, sua assertividade e postura, mesmo quando incisiva e pragmática, sem esperar uma figura doce e estereotipada.

 

 

Thais Nather
Diretora de RH, TI e Transformação Digital

Ser executiva é desempenhar vários papéis. É ser chefe, subordinada, par, ser exemplo de alta performance no trabalho e, em casa, aquela mãe carinhosa, esposa dedicada, filha, irmã, tia. É enfrentar desafios diários buscando seus objetivos em constante equilíbrio. É ter confiança de sua singularidade e estar pronta para romper paradigmas. Ser aguerrida e ao mesmo tempo sensível, multitarefas, com zelo e determinação, se superando diariamente em vários contextos.

Romper seus limites e descobrir que é capaz de ir além, surpreendendo-se consigo e, se algo der errado, se reinventar e recomeçar quantas vezes for preciso. Ter humildade em aprender com seus erros e não se culpar. Apesar daquele misto do riso espontâneo quando está triste com o choro mais sincero quando feliz (sim é invertido!), consegue controlar suas emoções, ser determinada, constante e realizadora (e de salto alto!).

 

Fabiana Goes
Diretora Executiva

A minha reflexão sobre o papel de mulher, mãe e profissional é a culpa que carregamos por escolher não parar de trabalhar. No meu caso, à medida que a Manu foi crescendo, ganhando independência e autonomia, a culpa foi diminuindo. Porque agora a vidinha dela é mais ocupada socialmente. Ela tem amigos, é super sociável, ama participar das festas dos amigos, dormir na casa deles etc. Então, fico mais tranquila em me dedicar mais ao trabalho do que a ela.

No início, quando ela era bebê, essa conta era mais difícil de equilibrar. Mas mesmo nos dias de hoje, ainda tem uma parte cansativa que é a do dia a dia de conferir lição de casa, arrumar mochila da escola, mandar tomar banho, escovar os dentes, etc.

E sempre que tem um evento importante dela (reunião de pais na escola, apresentação musical, apresentação de fim de ano, etc.), aos quais eu quero estar presente e tenho estado. Trabalhar numa empresa que nos permite esse tipo de flexibilidade é maravilhoso. Pois a gente fica com a sensação de que o coração está preenchido, que estamos participando da vida de nossos filhos, sem penalizar o trabalho.

Por último, escolhi um parceiro que é pai de verdade. Nossas tarefas com a Manu são divididas e cada um assume as suas responsabilidades. Se não fosse isso, talvez não desse tão certo esse equilíbrio para mim.

 


A Força Feminina

E estes foram alguns depoimentos das mulheres que, todos os dias, ajudam na construção da EXEC. Esperamos que as vivências dessas grandes profissionais possam inspirar outras mulheres e mostrar um pouco qual é a perspectiva feminina no universo corporativo.

A EXEC deseja um feliz Dia Internacional das Mulheres a todas, mas em especial às todas as nossas profissionais que no nosso dia a dia ajudam na formação do que somos como empresa. Obrigado a todas pela competência, inteligência e talento inigualáveis!

 

 

Confira também à homenagem da Panorama Leadership, a comunidade global especialista em liderança da qual fazemos parte. Happy International Women’s Day!

 

 

Conheça as mentees da 5ª edição do programa As Executivas do Amanhã

São 10 universitárias excepcionais que passaram por um processo de seleção extremamente detalhado, estruturado e acompanhado por nossos sócios e sócias, exatamente como é feito nas etapas de Executive Search. Após o processo de seleção cada uma delas foi acompanhada de perto por uma mentora que é uma executiva de sucesso, vasta experiência e com muito a ensinar.

 

Abaixo, um pouco da história de cada uma das 10 mentees selecionadas!

 

Karina Karim – Katia Souza

Karina Karim é uma mulher negra do subúrbio carioca, futura engenheira mecânica pela UFF, educadora social e entusiasta de arte espacial. É fruto da educação pública e descobriu na sua profissão a paixão por fazer engenharia e utilizá-la como uma ferramenta criativa para (re)pensar a sociedade e o espaço urbano a partir da inovação e tecnologia, superando desafios e empoderando sua comunidade. É pesquisadora em Ergonomia aplicada à Engenharia Mecânica pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI UFF – CNPQ) e estagiária da Engenharia da Qualidade R&D na Technip FMC. Compõe a equipe de produção de equipamentos hospitalares no projeto Frente UFF de combate ao Covid-19, a equipe de desenvolvimento de produtos do FabLab da UFF voltado para inovação tecnológica na área de saúde (Health, Science e Education Lab), é vice-presidente do Diretório Acadêmico Octávio Catanhede (DAOC UFF), desenvolve tecnologias sociais associadas à arte espacial no programa de residência SACI-E do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e é co-fundadora do OIA UFF (Oficina de Inovação e Ancestralidade) – projeto voluntário pautado em uma educação com igualdade de gênero, potencialização da voz jovem periférica no desenvolvimento de um ensino público de qualidade e decolonial. Integrou, de janeiro a março de 2020, o grupo de pesquisadores do Departamento de Termomecânica e Engenharia Ambiental da BUT (Brno University of Technology, República Tcheca) – na área de conforto térmico para a indústria automotiva, atuou por 2 anos como colaboradora de engenharia na Stock Car além da participação em projetos como o da NASA Rover Challenge.

 

Renata dos Reis – Lisiane Lemos

Renata Reis é uma mulher preta, Trainee de Inovação em Design Ops na MJV Technology e Innovation. Em 2014 formou-se em Estética e Cosmética, através de bolsa integral do Prouni na Universidade Salvador, em 2015 fez uma especialização em Estética Aplicada a Saúde, em 2017 voltou a faculdade para estudar Farmácia, pois queria se especializar em Cosmetologia.
Em 2020, durante a Pandemia e com tantas incertezas profissionais, Renata percebeu a necessidade de fazer uma transição de carreira. Começou a pesquisar e conhecer o mundo da tecnologia, logo entrou para o grupo UX Para Minas Pretas. Através de bolsas de estudos, muitas pesquisas, encontros e muito afeto, encontrou a área pela qual se apaixonou, User Experience. Carrega uma trajetória de 10 anos de experiência com atendimento ao cliente, Renata adquiriu um background diverso, tendo trabalhado em diversas áreas como: consultora de vendas, call center de telefonia, instrutora de informática voluntária em um projeto da prefeitura de Salvador, operadora de caixa numa empresa de comunicação visual e vendedora de cartão de crédito para um banco e consultora de vendas numa empresa de manipulação.
Em todos esses anos Renata aperfeiçoou suas habilidades de escuta ativa, passou a entender as dores do outro, começou a testar, desenhar e vender soluções específicas para cada necessidade de seus clientes.

 

Ana Luiza Carvalho – Camila Arruda

Ana Luiza Carvalho é graduada em Engenharia Civil pela Universidade Federal de São Carlos e atualmente é Engenheira Civil na Odebrecht Engenharia e Construção.
Natural de uma comunidade rural no interior de Minas Gerais, sua aproximação com a área de exatas se deu através de participações em olimpíadas de matemática e astronomia ao longo do ensino fundamental e médio, as quais resultaram em diferentes premiações, dentre elas uma bolsa de estudos do Instituto TIM a fim de viabilizar a realização da sua graduação em outro estado. Durante a universidade, na busca por um perfil multidisciplinar se envolveu em diversos projetos, como Iniciação Científica, Empresa Júnior, organização de eventos acadêmicos, voluntariado e programas de desenvolvimento de liderança. Acumula como experiências profissionais e estágios a participação em grandes empresas nacionais e multinacionais, com atuação em projetos de relevância para a engenharia nacional, dentre eles a Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu e a Linha 6 do Metrô de São Paulo.

 

 

 

Yasmin Andrade – Débora Ferraz

Yasmin Andrade é Business Partner Pleno no Itaú Unibanco e está para se formar em Administração através de bolsa integral do ProUni na Universidade São Judas.
Com 3 anos de experiência em Consultoria Pessoas e apoio a gestores, Yasmin tambem trabalhou 4 anos em diversas áreas de Finanças, como contas a pagar e receber em duas empresas diferentes, uma no ramo imobiliário e outra de publicidade, como auditoria Jr em uma rede de shoppings em São Paulo e com Controladoria em uma empresa de engenharia eletromecânica.
Depois de participar do Instituto ProA, curso profissionalizante que forma e desenvolve jovens pro mercado de trabalho, Yasmin se encontrou no ramo de RH, aceitando um novo desafio como consultora pessoas para atender a Rede de agências e posteriormente promovida para atender as áreas que estão em Comunidade.

Letícia Coelho Learth – Valentine Giraud

Letícia Learth é graduanda em Engenharia de Produção pela EESC-USP, mentee da 5° edição do programa executivas do amanhã e gerente de RH na extracurricular EESC USP TUPÃ, responsável por projetar e manufaturar um carro de corrida elétrico todos os anos.
Ainda em 2019, entrou pela primeira vez na universidade no curso de Engenharia Mecatrônica, também na EESC USP e em 2021 realizou a transferência para Engenharia de Produção. Nesse período, passou por experiências na Secretaria Academica do curso, como responsável pela organização de eventos, possuí breve experiência na área elétrica da EESC USP TUPÃ, onde aprendeu noções básicas de projeção de circuitos e programação em arduíno e, em seguida mudou de área e começou a trabalhar no setor administrativo da equipe, onde realizou diversos projetos, como o “Mulheres na Engenharia: da escolha ao mercado de trabalho”. No final de 2020 começou a atuar como gerente de RH da equipe e adquiriu experiências e habilidades relacionadas a liderança e comunicação, organização de eventos e processos de seleção, formalização de cultura de equipe e implementação de cultura organizacional.

 

Bárbara Schroeder – Dilma Campos

Meu nome é Bárbara Schroeder, sou natural de São Bento do Sul/SC e curso a sexta fase de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.
Sou apaixonada por gestão e comunicação. Desde que entrei na universidade tenho me envolvido com projetos nessas áreas.
Participei do Movimento Empresa Júnior por um ano e meio, onde atuei como diretora de projetos na Comunica! Empresa Júnior de Jornalismo da UFSC. Também desempenhei as funções de vice-presidente e coordenadora de marketing no UFSC Compete, projeto de extensão que auxilia na gestão e otimização das equipes de competição da universidade.
Atualmente sou coordenadora de conteúdo na imobles, startup catarinense do setor imobiliário. Por lá, sou responsável pelo planejamento de estratégias de inbound marketing, edição e revisão dos materias produzidos, bem como gestão do time de conteúdo.

 

 

Laura Rocha – Christiane Ferreira Neves

Laura Rocha é diretora de recursos humanos da Liga de Mercado Financeiro da UFSCar Sorocaba onde cursa Ciências Econômicas. Com 23 anos, Laura já fez parte de alguns lugares um tanto diferentes com o mesmo objetivo sempre: se desenvolver ao máximo em todas as oportunidades. Aos 14 anos decidiu estudar em um colégio interno onde conseguiu uma bolsa de estudo e lá ela moraria, estudaria e trabalharia. Ao se formar, estudou 3 anos de cursinho para cursar medicina e enfrentou muitas reprovações, o que acabou levando-a a arriscar em uma área diferente. Uma vez aprovada na Universidade Federal de São Carlos em Sorocaba, Laura participou da Empresa Júnior e posteriormente da Liga de Mercado Financeiro, onde começou como trainee de marketing e se tornou diretora de recursos humanos. Atualmente, Laura gerencia um time de 7 pessoas e, ainda apaixonada por desenvolvimento, é responsável por analisar o desenvolvimento dos 40 membros da entidade.

 

 

Letícya Souza – Thereza Moreno

Letícya Souza é graduanda em Ciências Econômicas com formação complementar em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente estagia no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais na área de Inteligência de Mercado, na superintendência de Produtos e Inovação. Teve também passagem pela MRV Engenharia, estagiando na área de Planejamento Comercial, e pela UFMG Consultoria Júnior, onde atuou como consultora de projetos e diretora de Recursos Humanos.

 

 

 

Mariana Carolina Rezende – Elisangela Almeida

Mariana Carolina Rezende tem 22 anos, está no 4° ano da Faculdade de Direito de Franca, é pesquisadora na área de direito constitucional e tributário, alumni do curso “Politics, Law, & Economics” do Yale Young Global Scholars Program (2017) e fellow do Programa ProLíder (2019). Cursou todo ensino médio na rede pública de Guaxupé/MG(2015/17), representou o estado em programas como Parlamento Jovem Brasileiro (2016) e integrou a delegação brasileira do Caminhos do Mercosul 2016 no Uruguai. Atualmente é estagiária na área de Contencioso Tributário Judicial pelo Programa Jovens Talentos 2021 no Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e tem como objetivo impactar a vida de milhares de pessoas por meio da educação, do acesso à justiça e à informação.

 

 

 

Samara Ribeiro – Carla Moraes

É natural de Timbaúba, interior de Pernambuco, e está cursando Administração na UFPE. Desde que ingressou na Universidade Pública, se envolveu em diversas atividades extracurriculares, tendo atuado como tutora no curso de Administração e participado da AIESEC, maior organização liderada por jovens no mundo, onde foi responsável pela gerência de um time de vendas para o Programa Voluntário Global.
Através de hackathons, eventos de tecnologia e empreendedorismo, desenvolveu projetos focados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Em 2021, iniciou um trabalho voluntario e ingressou no time responsável pelo Dia Internacional da Juventude – movimento apoiado pela ONU. Junto a essa nova experiência, participou do Programa Fellowship do Instituto Liberdade Digital, realizando pesquisas focadas em temáticas de liberdade digital e o uso da tecnologia como ferramenta no exercício da democracia.
Atualmente, é estagiária no time de Recrutamento da Thoughtworks Brasil, uma consultoria americana global de tecnologia.

EXEC anuncia Guilherme Spinorelli como novo sócio

EXEC anuncia Guilherme Spinorelli como novo sócio

 

O executivo chega à consultoria para agregar seu know-how às áreas de TI, Fintechs e Serviços

 

 A EXEC, maior empresa nacional de seleção e desenvolvimento de executivos de alta gestão, acaba de anunciar a entrada de Guilherme Spironelli como novo sócio da consultoria.

 

Formado em Administração pela PUC, em São Paulo, começou sua carreira profissional na Odebrecht, empresa que fez um job rotation pelos departamentos financeiros e posteriormente atuou na controladoria da Braskem, empresa do grupo. Mais tarde migrou para a área comercial da BR Malls e em seguida atuou na Groupalia, multinacional espanhola de compras coletivas.

 

Com aproximadamente 10 anos de carreira, sua experiência como headhunter acumula passagens pelo Page Group, e pelas consultorias Hays e Korn Ferry, recrutando para as áreas de Finanças, Mercado Financeiro & Investiment Banking, Tecnologia, Telecom e Serviços.


Com uma vasta expertise nestas áreas, Spironelli chega à EXEC para desenvolver o mercado de TI, principalmente com startups, empresas entrantes no mercado e também as tradicionais, além de explorar Fintechs, Serviços e Consultorias.

 

“A minha expectativa é conseguir trazer e ter uma frente mais sólida, no que tange as empresas de tecnologia, às fintechs e principalmente às de serviços. Ser uma referência e tornar a EXEC reconhecida por esses setores também”, avalia o executivo.

 

Confira a nota: https://adnews.com.br/exec-anuncia-a-contratacao-de-guilherme-spironelli-como-novo-socio/ 

Confira sete dicas fundamentais para implantar uma cultura digital na sua empresa

Confira sete dicas fundamentais para implantar uma cultura digital na sua empresa


A tecnologia é, sem dúvida, uma das ferramentas mais importantes para as empresas modernas, e a transformação digital é o meio pelo qual as organizações poderão alavancá-la em todo o seu potencial.
A mudança de cultura e tudo que ela impacta dentro de uma companhia pode ser um dos principais desafios para as empresas, pois pode haver resistência por parte dos colaboradores à mudança em torno de novos processos e maneiras de trabalhar.

Atenta a esse novo momento de transformação, a área de Leadership Advisory da EXEC criou uma solução de Assessment de Cultura/ Valores Digitais, responsável pelo mapeamento preciso da cultura nas empresas, realizado através da metodologia de Richard Barret que reflete os valores que as pessoas enxergam na cultura atual e o que desejam mudar, além de questionar se o que é valorizado de fato sustenta a visão da empresa, ou se o que é externado, precisa deixar de fazer para cultura.


A EXEC, a partir dos indicadores pontuados no assessment de cultura, promove a reunião com o CEO e demais C-levels e agentes transformadores da cultura da empresa para entender a visão destas organizações. O assessment cultural é feito online e os resultados são pragmáticos. A partir disso, os conteúdos – resultados quantitativos e qualitativos - são apresentados às empresas para discussão, reflexão e muitas vezes provoca as organizações no impasse de querer a transformação digital, mas com valores atuais que em nada se assemelham aos que a tem como, por exemplo: valores de colaboração, inovação e coragem. Quando isto acontece, a EXEC propõe caminhos, além de instigar a liderança para a tomada de decisão rumo à transformação digital, podendo, inclusive, fomentar esta cultura digital com soluções como aplicar o assessment de competências do Líder Digital, assessment específico para esta finalidade, implementado junto aos grupos de liderança.

Portanto, vale a reflexão, será que as empresas e os grupos de liderança que buscam ser digitais estão realmente preparados para essa transformação? O que as empresas têm feito para mudar a cultura atual para se tornar verdadeiramente digitais? A EXEC traz algumas orientações importantes para promover esta mudança:

 

  • Faça um bom assessment da cultura atual e da desejada. Saber onde está e onde se quer chegar pode ser um bom começo;

  • Prepare o mindset da liderança, saber o que eles têm de fortaleza para esse processo e o que precisam melhorar pode acelerar a mudança;

  • Crie uma organização que valorize o aprendizado contínuo e ativo, vivencie o lifelong learning;

  • Estimule a cultura do erro, para inovar é necessário tentar coisas novas, dessa forma o erro ocorrerá, não fuja dele;

  • Colabore, crie um ambiente no qual a cocriação seja vivenciada no dia a dia;

  • Reconheça as pessoas que tenham capacidade de lidar com a complexidade, tanto para entender o ambiente VUCA (Volatility, Uncertainty, Complexity, Ambiguity) como para resolver problemas e propor soluções;

  • Implemente metodologias ágeis, tanto quanto for possível, squads multidisciplinares podem acelerar a cultura digital, principalmente se forem vinculadas às estratégias de implementação de novas tecnologias.

 

 

EXEC anuncia Danylo Hayakawa como novo sócio

EXEC anuncia Danylo Hayakawa como novo sócio

Danylo Hayakawa chega para somar ao time de partners da EXEC, maior empresa nacional de seleção e desenvolvimento de executivos de alta gestão.


O executivo é formado em economia, pela Unicamp, e antes de atuar como headhunter, teve experiência no segmento de agribusiness, trabalhando por sete anos na Cargill, onde alcançou posições de liderança, inclusive sendo expatriado por um ano para a unidade de Genebra, na Suíça, sempre desenvolvendo trabalhos na área de finanças, tesouraria estruturada e riscos.


Com mais de 10 anos de experiência no mercado de recrutamento, com passagens por grandes multinacionais do segmento, o profissional inicia com o objetivo de contribuir com toda a sua expertise ao time de especialistas da consultoria.


“Acredito que, cada vez mais, as empresas vão entender que o grande valor agregado do serviço de recrutamento especializado está em um trabalho de qualidade, assertivo e consultivo principalmente para as posições de liderança e estratégicas. Nesse contexto, a EXEC é uma das consultorias mais reconhecidas, sendo uma referência no mercado”, avalia Hayakawa.

 

Confira a nota: https://www.mundorh.com.br/exec-amplia-seu-time-de-socios-com-a-contratacao-de-danylo-hayakawa/

 

Cadu Altona Fala Sobre Conselhos Consultivos e de Administração

Cadu Altona Fala Sobre Conselhos Consultivos e de Administração

 

O papel e a relevância dos conselhos consultivos e de administração em um momento de tantas transformações no ambiente empresarial. Cadu Altona, nosso sócio fundador, fala a respeito das atribuições e aplicações de cada um. A EXEC se orgulha de fazer parte do movimento que vem profissionalizando e diversificando os Conselhos no Brasil. Assista ao vídeo e conheça algumas das soluções que têm nos transformado em uma das consultorias mais ativas na construção dessa frente estratégica.

 

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=dpeMd-2YWG0

 

Quem é o Líder Digital e porque sua empresa precisa focar no desenvolvimento digital da sua liderança?

Quem é o Líder Digital e porque sua empresa precisa focar no desenvolvimento digital da sua liderança? 

A transformação digital é iminente e a importância da liderança é clara. Através de um racional inovador e digital uma empresa pode alcançar novos patamares, enquanto aquelas que não se adaptarem podem fechar suas portas rapidamente. E é exatamente por isso, que hoje em dia, empresas possuem uma grande oferta de capital no incentivo a transformações voltadas à inovação.

mindset digital é pauta quente no momento, porém, se a liderança que o apoiará não possuir as competências e maturidade digital necessárias desenvolvidas, o desafio encontrado pelo novo CEO será muito maior do que o necessário.

Por isso, é tão importante desenvolver as lideranças enquanto transformamos nossos modelos de negócio e assim trazer todos para uma mesma página e direção ao mesmo objetivo.

Agora, talvez você se pergunte – “mas afinal de contas, quem é o Líder Digital exatamente?” 

O líder digital precisa funcionar em uma velocidade maior, atrair, inspirar e reter os talentos que vão conseguir entregar a proposição de valor da empresa (desafio grande, uma vez que esses talentos são muito disputados no mercado).

Para que isso aconteça é preciso que esse líder possua um determinado set de competências e habilidades digitais e inovadoras. Para que fique mais claro, vou listar algumas dessas competências e habilidades.

COMPETÊNCIAS:

  • Growth mindset
  • Inovação
  • Colaboração
  • Coragem
  • Habilidade de aprendizado
  • Estímulo ao aprendizado
  • Pensamento crítico
  • Inteligência emocional
  • Abertura para mudança
  • Capacidade para liderá-las
  • Empreendedorismo
  • Customer centricity
  • Liderança ágil e humanizada

HABILIDADES:

  • Adeptos da cultura digital.
  • Valorizam o impacto da tecnologia e inovação em seu dia a dia e no do negócio.
  • São pessoas que possuem uma identidade digital e utilizam de subterfúgios digitais como as redes sociais, para influenciar mais e melhor.
  • Fazem uma boa gestão da informação.
  • Desenvolvem networking dentro e fora do ambiente digital.
  • Possuem gosto por aprendizagem contínua.
  • Possuem uma insatisfação inspiradora e que sempre busca o melhor.
  • Incentivam a cultura do erro.
  • Possuem hábitos digitais saudáveis, são pessoas que cuidam da parte de segurança digital.
  • Apaixonados por automatizar processos e utilizar ferramentas a serviço da otimização.

Essas são algumas das competências e habilidades que essa liderança mais vinculada com o digital apresenta no dia a dia e que geralmente são admiradas e fazem com que esse líder consiga ser um diferencial na empresa. É importante notar que isso não tem a ver com a idade e sim com o mindset.

E agora, quais os impactos reais dessa liderança para pessoas e organizações?

 

Para pessoas:

  • Estimula e constrói um local de trabalho aberto.
  • Tem um papel de challenger.
  • É aquela liderança que desafia o status quo.
  • Inspira pensamento crítico e inovador, com um direcional para resultados.
  • Agrega mais valor para cliente, colaborador, acionista e sociedade.


Para a organização:

  • Traz mais eficiência aos processos.
  • Gera uma maior capacidade de reinventar-se.
  • Estimula resiliência corporativa.
  • Possibilita novos modelos de negócio.
  • Inclui a diversidade fomentando inovação.

Resumidamente, o líder digital é uma pessoa ágil que consegue lidar com cenários de complexidade e ambiguidade. Gente que consegue tomar risco, não desiste e possui um espírito empreendedor. É colaborador e não tem medo de dividir informação, pois, entende que quanto mais a informação é dividida, mais rápidas as soluções e ideias surgem e que o cenário de co-criação potencializa processos e resultados.  Essas são algumas das competências que fazem com que ambiente e empresa funcionem melhor.

Qual o papel da EXEC nesse contexto?

 

Atentos às necessidades do mercado, nós do time de Leadership Advisory, aliamos nosso know how a uma série de Assessments e técnicas diferenciadas que nos possibilitam desenvolver a liderança, com base em dados palpáveis.

Alguns deles são:

  1.  Assessments
    “Assessment de Competências do líder digital” e o “Assessment da Consciência digital 4.0”.
    O ideal é aplicarmos os dois juntos para que possamos mapear de uma forma um pouco mais abrangente tanto as competências quanto as habilidades de um líder que precisa fazer e incentivar a transformação digital dentro de uma companhia.
  2. Inventários comportamentais Hogan
    Utilizamos ferramentas como os inventários, HPI HDS o MVPI. Que nos ajudam a entender traços, o comportamento desses líderes sob pressão, suas motivações, valores e interesses.
  3. Entrevista por competências
    Este é o método que tem como premissa que, mensurar o comportamento passado pode ajudar a prever o comportamento futuro. Através de cases a pessoa que passa pelo assessment conta como lidou com situações complexas.
  4. Avaliação 360º.
    Feita pelos gestores, pares, subordinados e pelos clientes, sempre falando das competências digitais.
  5. Instrumentos de avaliação cognitiva: Inventários que normalmente medem cognição e tem como output a velocidade de aprendizagem (Learning agility).

Esse conjunto de instrumentos nos ajudam a mapear e medir as competências e habilidades desenvolvidas. A partir desses dados conseguimos formular um plano de desenvolvimento digital individual para cada líder avaliado ou grupal, por exemplo, os reports diretos de um Presidente.

Em suma, no século XXI, existe um mar de tecnologias disruptivas para se utilizar, o “ponto chave” não está nessas tecnologias e sim na habilidade de conhecer, se adaptar e entender como elas podem agregar de maneira estratégica e inovadora para pessoas e negócios. Esse papel é humano e quem exerce é a liderança.

Nós da área de Leadership Advisory da EXEC estamos preparadas para avaliar, medir e desenvolver sua liderança. Entre em contato conosco!

 

Como e por que avaliar os conselheiros das empresas?

Como e por que avaliar os conselheiros das empresas?

O Conselho possui uma enorme relevância para o alcance da estratégia e do modelo ideal de governança da empresa. Ele confere maior assertividade ao processo decisório, à gestão de riscos e à transparência, contribuindo para a longevidade e sucesso da organização.

No entanto, o sucesso dessa jornada guarda relação direta com o desempenho e a efetividade do conselho no papel de seus membros e suas entregas, se de fato eles estão cumprindo adequadamente com o esperado e entender se a dinâmica do grupo está gerando valor para a organização.

Pensando em impactar positivamente esses processos, a EXEC, responsável pela estruturação de diversos conselhos em todo o país, desenvolveu o Assessment de Efetividade do Conselho, uma solução criada para avaliar a efetividade de um conselho sob a ótica de 5 dimensões: (1) a dinâmica do grupo, (2) a maturidade digital dos membros conselheiros, (3) seu alinhamento com a estratégia, (4) com o propósito e a cultura organizacional da empresa, além de (5) seu alinhamento com os membros executivos.

Ao final do projeto, a EXEC apresenta um relatório com seu diagnóstico a partir dessas 5 dimensões, face a identificação de oportunidades de desenvolvimento e para o melhor aproveitamento daquilo que o conselho já apresenta como pontos fortes, sempre com o objetivo de elevar o nível das contribuições do conselho para a empresa, seus acionistas e colaboradores. Dentre as ferramentas usadas para chegar a esse processo final, podemos citar: 

  • Questionário de Autoavaliação de Conselheiro englobando as 5 Dimensões
  • Avaliação do nível de Consciência Digital – Assessment 4.0® individual
  • Avaliação dos valores impulsionadores do grupo pelo Small Group Assessment (“SGA”) do Barrett Values Centre - BVC International

O desenho da solução Assessment de Efetividade do Conselho foi liderado pelos sócios da EXEC, Juan Pablo Correa e Thais Pegoraro, das áreas de Executive Search e Leadership Advisory. Ambos possuem uma vasta experiência em projetos de avaliação de líderes e altos executivos de empresas de diferentes setores na América Latina.

“O Conselho tem a responsabilidade indiscutível de prestar contas aos acionistas, provocando e sendo provocado, para entregar o melhor no conjunto dos seus membros. Temos constatado o quanto as dinâmicas se otimizam face a identificação e compartilhamento dessas oportunidades de melhoria, elevando o nível de contribuição individual e coletiva”, ressalta Thais Pegoraro, sócia da EXEC.

EXEC anuncia a entrada de Sergio Alexandre Simões à consultoria.

EXEC anuncia a entrada de Sergio Alexandre Simões à consultoria.

 A área de Board Services da EXEC, maior consultoria nacional de seleção de executivos para o alto escalão, passa a se chamar Board Services & Strategy, com a entrada de Sérgio Alexandre Simões, um dos mais renomados executivos do país.


O profissional, que em 2020 foi eleito o Executivo do Ano em Transformação Digital e Cultural, chega à EXEC trazendo conhecimentos e muitos casos de sucesso de montagem de conselhos de maneira ainda mais estratégica, em linha com a transformação digital e com as contradições de se tomar as melhores decisões em um mundo hiperconectado.


Formado em engenharia elétrica, pela FEI, com MBA em Gestão Empresarial, na ESAN; Mestrado em Administração, com foco em Inovação Tecnológica, pela UNINOVE, foi em busca da experiência internacional, se especializando na Universidade de Michigan (EUA) no curso de Estratégia e Transformação Digital. Atualmente é doutorando na USP-POLI dedicando-se a desenvolver uma Metodologia de transformação digital para destravar e acelerar as PMEs brasileiras. Em 2019, buscou algumas certificações, incluindo ao currículo uma das mais importantes para sua nova área de atuação, a de Conselheiro de Inovação – C2i, feita na Gonew.Co.


Após 25 anos de uma carreira bem-sucedida na PwC, Sérgio Alexandre tem atuado como Conselheiro de Administração e/ou Consultivo em empresas do setor de saúde, educação, serviços e mídia. Nestas, tem auxiliado a oxigenar a estratégia frente aos desafios da transformação digital, a formar boards e comitês (especialmente os de Inovação), a selecionar o capital humano (conselheiros e executivos) alinhado à nova realidade e a trabalhar programas de governança em busca da mudança cultural e da sucessão. Além de tudo isso, ainda participa da elaboração de e-books, compartilhando informações em comunidade, no que ele chama de ‘saberes coletivos’.


 “A EXEC, através de seu cluster de Board Services, tem sido uma das consultorias mais relevantes na estruturação de conselhos de empresas de todos os portes nos últimos anos, além de outros produtos no segmento como assessment de efetividade de conselhos, programas de governança, projetos de sucessão, dentre outros serviços. Para somar a esse portfolio, estamos adicionando a esta vertical produtos de Estratégia, com foco em empresas que passam por grandes transformações digitais e culturais. Em um cluster que cresce em relevância e em portfólio de produtos, não poderíamos estar mais orgulhosos da atração do Sérgio como nosso novo sócio. Por meio de seus anos de experiência em consultoria, com dedicação a projetos complexos de governança e digital, Sérgio certamente adicionará valor aos nossos clientes que buscam por soluções de capital humano cada vez mais complexas”, conta André Freire – sócio-diretor da EXEC.


 

 

Mentalidades Geniais – 3 semelhanças entre hábitos de atletas de ponta e executivos (as) de sucesso

Mentalidades Geniais – 3 semelhanças entre hábitos de atletas de ponta e executivos (as) de sucesso

Ao longo da minha trajetória como headhunter e após inúmeras conversas com líderes de diversas empresas, pude encontrar denominadores comuns entre comportamentos e hábitos de pessoas que atingem o sucesso no mundo corporativo com os de atletas de alto rendimento.

Por esse motivo, decidi elencar 3 pontos, que na minha opinião de especialista em executive search e ex-atleta, são as que mais se destacam quando analisamos o estilo de vida do que, em inglês, podemos chamar de “overachievers”, ou simplesmente pessoas que se destacam positivamente por sua performance no seu campo de atuação.

 

1 – Seu corpo é o seu templo

Todos sabemos disso, mas nem todos nós damos a devida atenção ao que temos de mais importante – a nossa saúde! Apesar do esporte ser, sem dúvidas, uma combinação de capacidade física atrelada ao mental, o corpo de um atleta é constantemente levado ao extremo, não só em competições, mas nas incansáveis rotinas de treino e intermináveis repetições.

Quando trazemos essa realidade ao mundo dos executivos, é claro que a capacidade física não é tão exigida quanto a de um atleta olímpico, por exemplo. Por outro lado, a constante necessidade de se lidar com pressão pode levar profissionais à um nível de stress altíssimo, chegando até a atingir crises de Burnout, o que infelizmente, não se é incomum de ouvir.

Por isso, estabelecer hábitos saudáveis é condição sine qua non para, não só o atingimento da alta performance, mas também para a manutenção de maneira saudável da mesma ao longo dos anos.

 

2 – Válvulas de escape

É muito comum que os grandes executivos tenham hobbies muito bem definidos e estabelecidos em suas rotinas. A prática de esportes costuma ser constante no dia a dia dos líderes que entrevisto. Seja qual for a atividade de preferência, todos precisamos de um momento para nos desligarmos das responsabilidades corporativas, familiares, ou sejam quais forem. Fato é que momentos em que estamos desconectados de compromissos nos ajudam a nos manter comprometidos no longo prazo.

Atletas também necessitam de períodos nos quais se desconectem completamente da realidade que vivem e busquem única e exclusivamente o lazer. Lembro-me de que quando era atleta pela minha universidade nos Estados Unidos, a última coisa que queria fazer no meu tempo livre era jogar futebol, pois isso já fazia parte das minhas obrigações diariamente. Sim, o apreço ao que fazemos é extremamente importante para atingir-se sucesso em qualquer área que for, mas a habilidade de desconectar quando necessário é que, normalmente, irá dizer o quão salutar será o processo até chegarmos ao topo.

 

3 – Clareza de onde querem chegar

Quando busco entender as razões de movimentação dos executivos de sucesso ao longo da carreira, os motivos são diversos, mas tendem a se resumir em uma grande razão – a falta de clareza no seu desenvolvimento ou de possibilidades de atingimento de um próximo passo. Atletas e altos executivos costumam ser pessoas significativamente ambiciosas, o que não é nenhum segredo. Porém, quando trazemos essa realidade para a organização de planos e metas, são pessoas que sabem muito bem aonde querem chegar.

A incerteza do futuro os motiva a serem pessoas mais organizadas e, consequentemente, a tomarem decisões que os tragam a maior transparência do caminho que traçarão até atingirem o próximo passo, seja ele uma promoção ou a vitória em uma próxima competição.

Fato é que as similaridades de hábitos entre atletas e executivos são muitas e nós aqui da EXEC temos o privilégio de poder conversar com profissionais com histórias inspiradoras todos os dias. Tenho certeza de que, assim como eu, ex-atletas guardam com muito carinho os aprendizados que o esporte proporciona, mas a partir de reflexões como essa, podemos concluir que todos temos um potencial “overachiever” dentro de nós e que a capacidade de elencar prioridades será determinante para sabermos o quão próximo estamos do nosso próprio pódio.

 

Rafael Di Maio – Senior Associate EXEC

 

CONHEÇA OS PROGRAMAS DE COACHING MINISTRADOS PELA EXEC

CONHEÇA OS PROGRAMAS DE COACHING MINISTRADOS PELA EXEC

Principais características do Coaching Executivo são: 

  • Identificar o perfil de liderança.
  • Desenvolver competências alinhadas ao propósito da empresa e ao seu momento de mercado.
  • Estimular uma comunicação mais assertiva.
  • Aumento da sinergia entre equipes.

 

Trata-se de uma ferramenta e metodologia de desenvolvimento com  o objetivo de aperfeiçoar líderes a alcançar metas organizacionais de curto e longo prazo, gerando resultados de alta performance, aumento de produtividade e consequentemente, aumento da lucratividade da empresa.

  •  Principais características do Coaching de Carreira são: 
  • Suporte ao executivo que está sendo desligado de sua empresa, através do know how de Coaching e Executive Search da EXEC e de um approach senior e humanizado.
  • Auxílio no planejamento de longo prazo de carreira do executivo, mirando não somente uma recolocação de mercado, mas uma estratégia de crescimento profissional.

 

Essa prática se faz necessária, quando há mudanças na estrutura organizacional de empresas, que demandem ajustes no seu quadro executivo. Este programa de transição de carreira oferece soluções para que o ex-executivo busque novas oportunidades de forma organizada, utilizando das ferramentas de Executive Search e de Coaching/Mentoring da EXEC. Trata-se de um programa complexo no qual o executivo conta com um trabalho individualizado, realizado por um sócio da EXEC com experiência executiva e com grande network no mercado, potencializando oportunidades.

  • O Coaching Digital, exclusividade da EXEC no mercado, é voltado às empresas que estão passando pelo processo de transformação digital. 


A transformação digital das empresas não é apenas uma transformação de infraestrutura, mas também uma transformação de mindset  de gestão, ela deve acontecer de cima para baixo. Nesse momento é onde entra o coaching digital da EXEC, fornecendo as ferramentas e o suporte necessário para

capacitar líderes para que possam ser agentes dessa mudança, de modo a garantir que esses profissionais estarão preparados a lidar com os novos processos e usar adequadamente as ferramentas de gestão, aliado ao suporte necessário do lado humano. Será esse líder que irá impactar toda a equipe para essa transformação.
 

  • Pocket Coaching, os benefícios de contratar esse serviço:
     

A EXEC diante da forte demanda em busca de soluções sob medida para esse momento que atravessamos dificuldades na rotina de executivos que passaram a desempenhar sua liderança a distância, desenvolveu um produto chamado “Pocket Coaching”. Ele encurta o número de sessões e com isso diminui seu custo, além de ser realizado com uma maior frequência de encontros, misturando as técnicas do Coaching Executivo com as do Coaching Digital. É um processo prático e focado, visando entregas imediatas.

“A EXEC possui um time comprometido em entender a cultura da sua empresa e um time de sócios com experiência executiva e know-how das ferramentas mais modernas de desenvolvimento executivo. Nossos processos de Coaching e Mentoring já foram utilizados para desenvolver e suportar a carreira de executivos de todos os setores com muito sucesso”, comenta André Freire, sócio diretor da EXEC.

 

A HORA E A VEZ DOS RI´S – Profissionais de Relações com Investidores

A HORA E A VEZ DOS RI´S – Profissionais de Relações com Investidores

Há quase dois anos, escrevi um um artigo que abordava a evolução e o grau de importância de compliance no Brasil e no mundo. Eu sugeria um exercício de voltarmos duas décadas no tempo e avaliarmos o que representava o termo para as empresas à época, como as pessoas o encaravam e como ele se desenvolvia no ambiente corporativo até chegarmos nos dias de hoje.

Comentei sobre compliance para traçar um paralelo com uma área que tem mais ou menos o mesmo tempo de evolução: Relações com Investidores. Ou o antigo Diretor de Relações com Mercado (DRM).

Cada vez mais procurado no mercado, o papel desse profissional vai muito além de levar e trazer informações relevantes, é uma função baseada no relacionamento estratégico com diversos públicos e na geração de estratégias de longo e curto prazo.

Por que a demanda pelo profissional de Relações com Investidores cresceu?

Desde o início do ano passado, mais de 30 empresas foram listadas na B3 movimentando dezenas de bilhões de reais. São empresas de setores diversos, tais como varejo, saúde, transporte e mercado imobiliário.  Esse último em uma segunda onda de abertura de capital depois do forte movimento de 2006/2007, ocasião em que foram captados, neste setor, uma média de R$20BI. No ritmo em que estamos caminhando, é bem provável que o número de IPO´s aumente de forma significante até o fim do ano. Especialmente considerando que o volume de pedidos protocolados na CVM e que aguardam o aval da autarquia é de aproximadamente 40 empresas.  

Essa tendência de aumento de empresas na B3 gera um aumento na procura por profissionais de RI, essa procura ocorre, pois, as empresas precisam ter uma gestão profissional e atrativa para Investidores, o aumento na demanda escancara um déficit de profissionais preparados para tais cargos.

E por que existe esse déficit de profissionais de Relações com Investidores?  

Conversei com diversas pessoas experientes nessa função e é comum ouvir delas que “relações com investidores você só aprende trabalhando, no dia a dia”, em outras palavras, na prática. Ainda que existam cursos e literatura dedicadas a tal formação, estes acabam sendo mais voltados para a parte legal e de compliance da função. Fica a cargo de um número limitado de profissionais já preparados a tarefa de transmitir os “soft skills” aos aprendizes, tais como o traquejo de interagir com investidores e analistas (especialmente em situações mais delicadas e/ou de crise) bem como o formato mais adequado de disclosure nos releases.

E quais são essas softskills que o profissional de Relações com Investidores precisa ter?

Além das formações acadêmicas, esse profissional precisa possuir e desenvolver algumas Soft skills e eu destacaria:

  • Comunicação: em geral é muito clara, estruturada, objetiva, com bom nível de profundidade e embasamento técnico. Além disso são assertivos quando se faz necessário;

  • Sociabilidade: pelo fato de se relacionarem com o público constantemente, a pessoa tem essa habilidade desenvolvida ou precisa desenvolvê-la. Além do relacionamento com o mercado, o profissional de RI se relaciona com outras áreas da própria empresa, o que sugere que tenha bom nível de relacionamento interpessoal;

  • Gestão da Informação: é fundamental ter acesso, receber, processar e em seguida transmitir a informação da maneira correta. Em outras palavras, é responsabilidade do RI estar bem munido de dados e informações e gerenciá-las corretamente.

Para além das habilidades, vale destacar aquelas características comportamentais que mais chamam a atenção. É comum serem pessoas autoconfiantes, transmitindo informações com muita segurança quando é travado o diálogo com o mercado. São prudentes, já que lidam e transmite informações importantes ao mercado que podem impactar diretamente a empresa e, por fim, são pessoas com nível alto de energia. Muitas vezes o RI enfrente uma rotina de muitas reuniões abordando os mesmos temas, exigindo foco, atenção e muita disposição.

Sobre a atuação dos RIs

Por se tratar de uma área extremamente estratégica e ainda muito nova, os departamentos de RI ainda são muito enxutos, com uma certa dose de exagero, é praticamente um “one man show”.  Isso não quer dizer que não há espaço para absorver novos profissionais, pelo contrário, considerando tudo aquilo que mencionei sobre haver uma quantidade enorme de empresas se movimentando em direção à B3, as novas oportunidades vêm aparecendo com frequência e a tendência é de crescimento.

De 2018 a 2020, a EXEC entregou cerca de 7 (sete) projetos de RI, de gerentes a diretores estatutários, dentre os setores de infraestrutura, varejo, imobiliário, energia e tecnologia. Só em 2021 já surgiram novos 4 (quatro), o que deixa claro a crescente demanda.

Uma dica para aqueles que têm interesse no tema: não se limitem à teoria! Embora boas literaturas sejam sempre bem-vindas, a prática é a verdadeira fonte de aprendizagem!

Nós da área de Executive Search da EXEC encontramos os profissionais de RI mais adequados a sua empresa, estratégia e valores. Entre em contato conosco!

Ricardo Welikson – Sócio EXEC

 

EXEC anuncia a quinta edição do programa As Executivas do Amanhã

EXEC anuncia a quinta edição do programa As Executivas do Amanhã

O profissional chega para atuar como membro do conselho consultivo e consultor estratégico.

 A EXEC, maior consultoria nacional de seleção de executivos para o alto escalão, está muito orgulhosa em anunciar que Jairo Okret é seu mais novo conselheiro e consultor estratégico.

 Com mais de 30 anos de uma trajetória bem-sucedida auxiliando empresas, desde startups às grandes corporações globais, a resolver problemas de negócios de forma a tornarem-se mais eficientes, gerando valor e potencializando resultados, o executivo chega para somar, com todo seu know-how de anos na área de Executive Search. Com uma carreira voltada ao mercado de tecnologia, serviços profissionais e telecomunicações, também se dedicou às áreas de financial services, varejo e consumo.

 Para Jairo, o importante não é só conhecer pessoas e sim entender o perfil de habilidades e competências, assim como, os gargalos dos negócios nas diversas indústrias e empresas, para só assim conseguir fazer o match ideal entre o que é requerido e o que oferece o mercado. Nesta nova fase, o executivo irá atuar como consultor estratégico e conselheiro da EXEC, apoiando seus sócios na tomada de decisões estratégicas e de relacionamento com o mercado.

 “Jairo é um dos consultores mais reconhecidos do país, tendo dedicado grande parte de sua carreira para a seleção de executivos de C-Level e Conselheiros das maiores empresas globais. Para a EXEC é um privilégio contar com sua expertise e conhecimento de mercado”, comenta André Freire, Sócio-Diretor da EXEC.

 

EXEC anuncia a quinta edição do programa As Executivas do Amanhã

EXEC anuncia a quinta edição do programa As Executivas do Amanhã

A EXEC, em parceria com a Huddle Brasil, tem o imenso prazer de anunciar a 5ºedição nacional do programa de mentoria, As Executivas do Amanhã, uma iniciativa de promoção da liderança feminina nas empresas.

 Em linha com o Comitê da Diversidade da EXEC e a busca por expandir sua atuação por um mundo corporativo com maior diversidade, a edição de 2021, terá como mentoras escolhidas 10 executivas de sucesso negras. 

Serão 3 etapas que irão selecionar estudantes de todo o país, de qualquer curso de graduação reconhecido pelo MEC, que passarão por 3 sessões de mentoria, ao longo do ano, com grandes profissionais conceituadas em suas áreas de atuação.

Assim como nas demais edições, esta promete ser um grande sucesso, repleta de trocas de experiências e momentos enriquecedores com mulheres inspiradoras que aceitaram o desafio de compartilhar e expandir seus conhecimentos e desafios de diversidade, nesta nova edição.

Confira a reportagem na íntegra: https://bit.ly/3bzpXCd